Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão faz campanha de prevenção de lesões do plexo braquial

Por Matheus Cornely

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No dia 4 de Abril, a Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão (SBCM) lançou uma campanha de conscientização e prevenção sobre a lesão do plexo braquial. A campanha contou com a distribuição da HQ Os Braços de Nildo e Rony, feita pela  equipe da plataforma ABRAÇO, que integra o CEPID NeuroMat, e a criação de conteúdos para a divulgação da lesão nas redes sociais.

Para o Dr. Marcelo Rosa Rezende, presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão, o motivo de criar a campanha de prevenção foi o aumento de casos de lesão do plexo braquial decorrentes de acidentes de motocicleta e a necessidade de conscientização sobre suas consequências. “A lesão do plexo braquial é prevalente no Brasil e tem aumentado em incidência com o uso de motocicletas nas grandes cidades e, até mesmo, nas cidades do interior e locais mais remotos do país. Pelo fato de ser uma lesão que tem grande potencial de sequelas graves e permanentes no membro superior, decidimos criar a campanha para orientar a população.”

O ponto alto da campanha foram os dois mutirões de cirurgia do plexo braquial, que ocorreram no dia 3 e 4 de Maio, no estado do Alagoas. Duas cidades, Arapiraca e Maceió, foram as escolhidas para sediar o mutirão. Em Arapiraca, 5 pessoas com lesão do plexo braquial foram operadas por 7 especialistas, um procedimento que levou 11 horas. Em Maceió, foram 15 horas de cirurgia. Todos os pacientes foram selecionados a partir de atendimentos realizados na rede pública. “Foi muito gratificante poder reunir cirurgiões renomados de várias partes do país para atender uma população que precisava desse cuidado”, afirma Marcelo.

A SBCM também organizou, no dia 2 de Maio, o “Simpósio de lesões do plexo braquial e nervos periféricos”, contando com a presença de 60 especialistas. Durante o evento, além de discussões sobre o tratamento da lesão do plexo braquial, houve troca de informações sobre técnicas de cirurgia.

A ideia de uma parceria com a SBCM na divulgação das HQs da ABRAÇO veio de um encontro entre Daniel Dieb, jornalista do NeuroMat, e o Dr. Marcelo Rosa, presidente da SBCM. “Eu procurava entender como entregar a cartilha ao paciente e qual o fluxo do paciente após o acidente. Fui falar com um pessoal do Instituto de Ortopedia e Traumatologia (IOT) do Hospital das Clínicas. O diretor é o Dr. Marcelo Rosa. Eles sugeriram distribuir a cartilha junto da SBCM.”, diz Daniel.

Sobre o uso da HQ na campanha, Daniel também diz: “acho a ideia da HQ muito bacana para esclarecer sobre o que é a lesão do plexo braquial e como funcionam as cirurgias de plexo”. Ele ainda sugere que próximas HQs possam falar das dúvidas sobre o INSS e auxílios; tomadas de decisão sobre a cirurgia de transferência ou enxertos nervosos; exercícios de fortalecimento muscular; e questões psicológicas decorrentes da adaptação à lesão.

Campanhas como a da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Mão são importantes por ajudarem a divulgar as consequências da lesão, causada majoritariamente por acidentes de motocicleta. A conscientização sobre a lesão do plexo braquial pode ajudar na prevenção dos acidentes, dando visibilidade para um problema ainda muito pouco discutido.

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Wikidata Lab XV: Dados Lexicográficos

  • Por Érica Azzellini

Em 23/05, tivemos o Wikidata Lab XV no CEPID NeuroMat sobre dados lexicográficos. Convidamos Léa Lacroix, Project Manager Community Communication for Wikidata (WMDE) para ministrar a apresentação via hang outs. Foi o primeiro contato que muitos de nós tivemos com a inserção de dados lexicográficos no Wikidata.

No período da tarde, nos juntamos para criar entradas de lexemas em português no Wikidata.

Confira abaixo o vídeo da apresentação do Wikidata Lab XV na íntegra:

A importância dos verbetes na Wikipedia sobre lesão do plexo braquial

Na semana retrasada, fizemos uma publicação sobre os dois verbetes sobre plexo braquial disponíveis na Wikipedia que contaram com a edição da equipe de difusão científica do Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (CEPID NeuroMat). Como postado anteriormente, os dois verbetes editados haviam somado, até então, 296.390 visualizações. Porém, com a visibilidade da postagem do dia 13 de Junho nas redes sociais da ABRAÇO, foram obtidas mais 4.427 visualizações no período de 14 dias, segundo dados da Wikipedia. 

O grande número de  visualizações desses verbetes mostram a importância da difusão através das plataformas wiki, confirmando a sua  relevância para a conscientização sobre a lesão do plexo braquial para o público formado por pacientes, familiares, profissionais ou curiosos. As edições de verbetes são uma estratégia que nossa iniciativa continuará a realizar, sempre buscando a conscientização sobre a lesão e o aumento do poder de decisão dos pacientes e seus familiares em relação à novas estratégias para lidar com a lesão do plexo braquial (LPB) e as suas consequências. A ideia de utilizar a Wikipedia veio da sua alta capacidade de alcance.  No Brasil, a Wikipedia é considerado o 13º site mais acessado, segundo dados da Amazon. Além disso, por ser uma ferramenta de conhecimento aberto, podendo ser copiada, alterada, acessada e compartilhada livremente, a Wikipedia endereça a preocupação do NeuroMat com a ciência livre, democrática e aberta. 

Para falar um pouco mais sobre a experiência de edição desses verbetes, entrevistamos a Dra. Cristiane Borges Patroclo. Ela é médica neurologista e doutoranda em Fisiologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Sua sua tese de doutorado em andamento versa sobre o desenvolvimento de modelos prognósticos na lesão traumática do plexo braquial. Cristiane foi uma das responsáveis pela edição dos verbetes sobre a lesão do plexo braquial.

Desde as edições feitas, o verbete obteve 296.390 visualizações. Nesse contexto, o que você pensa sobre o uso da wikipedia para a difusão científica?

Cristiane Patroclo: Acho que o wikipedia tem grande potencial para se tornar uma fonte confiável e relevante de informação. Com esse propósito a wikipedia pode contribuir para a aproximação entre quem produz conhecimento e quem se interessa por ele e o utiliza.

Como foi a experiência de contribuir com a edição desses verbetes? Você gostou (ou não gostou) de alguma coisa?

CP: Foi uma experiência enriquecedora. Impôs à mim o desafio de escrever sobre um tema técnico para não especialistas e numa linguagem acessível. Desde que fiz minhas contribuições, a versão disponível na Wikipedia já sofreu diversas modificações. Esse aspecto é próprio da ferramenta. Inicialmente essa situação pode gerar certo desconforto, em razão do texto poder ser alterado de forma a nem sempre agradar o colaborador anterior. No entanto, essa possibilidade também permite que vários pontos de vista sejam incorporados ao verbete. Por isso destaco seu aspecto colaborativo. Acredito que o desafio é equilibrar as duas situações visando sempre a veracidade e acessibilidade do material disponibilizado. 

Qual é a importância dos verbetes sobre plexo braquial (e lesão do plexo braquial) para pessoas que sofreram a lesão e seus familiares?

CP: Nosso projeto é sobre lesões traumáticas de plexo braquial em adultos. Ao longo dos anos observamos uma carência de informações para pacientes e familiares. A falta de informações, ou pior, a disponibilização de informações equivocadas, gera crenças e pode levar pacientes e familiares a adotarem comportamentos que além de não contribuírem positivamente para sua recuperação podem prejudicá-la. Também entre profissionais de saúde, a pouca familiaridade com a doença leva a atrasos em seu diagnóstico e tratamento, comprometendo as chances de recuperação. Assim, iniciativas que promovam a difusão do conhecimento são muito bem vindas.

Bibliotecas de Python para a raspagem de dados I

Por Verônica Stocco

A raspagem de websites é uma excelente ferramenta para coletar dados para uma pesquisa de forma rápida e automatizada. Nesta postagem, abordaremos algumas das bibliotecas de Python que podem ser utilizadas para desenvolver a parte inicial de seu scraper: a de coletas de dados.

  1. requests

Requests é uma biblioteca que permite enviar requisições HTTP. Com ela, é possível acessar um site e obter toda a informação contida em seu código fonte com uma única – e simples – linha de código. É uma biblioteca versátil, e que também possui alguns recursos avançados.

  1. Selenium

O conteúdo no qual se tem interesse nem sempre é de fácil acesso. Pode ser necessário interagir com o site para encontrá-lo: seja descendo uma página, clicando em menus e imagens. Ou talvez os dados desejados sejam apresentados utilizando JavaScript. Em todos esses casos, uma requisição do código fonte da página não é o bastante para encontrar as informações almejadas. O Selenium é uma ferramenta poderosa, que permite automatizar um browser (webdrivers), e realizar inúmeros tipos de ações com eles. Sua curva de aprendizado é mais íngrime, e por de fato abrir e controlar um browser, sua atuação é um pouco mais lenta. Por isso, seu uso não é recomendado quando os dados de interesse são de fácil acesso – a biblioteca requests dará conta do recado de forma mais rápida e eficiente.

  1. Scrapy

Mais do que uma biblioteca, Scrapy é um framework que permite não apenas extrair a informação de uma página, mas navegar por diversas páginas de forma sistemática e automatizada. Esse tipo de técnica recebe o nome de rastreador de rede, ou web crawler. Fornecendo uma lista de páginas inicias (seeds) que devem ser visitadas, a ferramenta é capaz de identificar todas as outras ligações destas páginas para outras – e então visitar essas novas páginas, e assim por diante. É uma ferramenta poderosa quando se tem interesse em navegar um site – ou apenas uma parte dele – por completo.

Na próxima postagem, abordaremos algumas das bibliotecas que podem ser utilizadas para a análise e compreensão dos dados que forem raspados.

ABRAÇO utiliza verbetes Wikipédia para falar sobre lesão do plexo braquial

É muito provável que pessoas com lesão do plexo braquial e seus familiares, principalmente aqueles mais conectados à internet, tenham pesquisado sobre a lesão em mecanismos de busca como Google, Yahoo ou Ask. Aqueles que fizeram isso perceberam que os dois primeiros resultados são páginas na Wikipedia. Os verbetes Lesão do plexo braquial” e Plexo braquial, mais especificamente, são esses dois principais destaques. 

Muitos não sabem ou não associam a nossa iniciativa à esses conteúdos, porém tanto o destaque quanto a qualidade desses verbetes são frutos do trabalho de difusão científica feito pelo Centro de Pesquisa, Inovação e Difusão em Neuromatemática (CEPID NeuroMat). O uso das ferramentas da Fundação Wikimedia, como Wikipedia, Wikimedia Commons, Wikidata e muitos outros, é uma das estratégias da equipe de difusão científica do NeuroMat para a promoção de conhecimento de alta qualidade e de amplo acesso. 

Esse trabalho do NeuroMat, considerado em 2018 o maior produtor de conteúdos em matemática na Wikipedia, é responsável por um acréscimo notável nas visualizações desses dois verbetes. Os dois verbetes hoje somam 296.390 visualizações, número muito superior às 600 visualizações que precederam nossas edições. Essas visualizações são consequência de uma edição de alta qualidade e, também, um claro exemplo da relevância que a Wikipedia e o conhecimento aberto tem para os usuários de internet. “Podemos perceber a importância de iniciativas como essa, uma vez que disponibilizar conteúdo na internet pode ser um meio eficiente de pacientes e interessados ficarem mais informados e familiarizados sobre a sua condição de saúde”, diz Tamires Ansanelo, que teve como projeto de pesquisa a edição de verbetes sobre o plexo braquial. 

No item sobre a lesão do plexo braquial, além de detalhes sobre procedimentos terapêuticos, causas da lesão e consequências da lesão, existem informações sobre anatomia, epidemiologia, mecanismos da lesão e sintomas que podem ajudar a identificar o problema. O item Plexo braquial, por outro lado, conta com uma imagem interativa com os principais nervos do plexo braquial. Um usuário que se aventurar pela página e decidir clicar nesses nervos, será redirecionado para outra página contendo informações mais específicas sobre o nervo escolhido. Tópicos que informam sobre a estrutura, função, anestesiologia e imagiologia também foram adicionados ao verbete.

“Aperfeiçoar o conteúdo destes verbetes é de suma importância, já que nos permite difundir o conhecimento construído no âmbito acadêmico, adquirindo uma abordagem completa em relação ao funcionamento do Plexo Braquial e sua sustentação”, diz Tamires sobre seu trabalho. 

Os verbetes oferecem conteúdos que são úteis não só para quem sofre com a lesão como também para a academia e para os curiosos de plantão. Enfim, são úteis para todos aqueles que quiserem conhecer um pouco mais sobre uma lesão ainda tão pouco discutida. 

O empoderamento dentro de grupos de apoio online

Por Matheus Cornely

O empoderamento é a palavra chave e as novas formas de relações interpessoais por meio da internet são o caminho para a emancipação pessoal para os pesquisadores americanos Yair Amichai-Hamburger, Katelyn Y.A. McKenna, Samuel-Azran Tal. Juntos, escreveram sobre níveis de empoderamento online ou, como utilizado no artigo, e-empoderamento (e-empowerment).

Para iniciarmos, é necessário definir o conceito de empoderamento em seu primeiro nível, o pessoal. Aqui não nos referimos a um processo de construção psicológica relacionada a, por exemplo, autoeficácia, controle ou competência. Na verdade, o “empoderamento refere-se ao processo pelo qual um indivíduo adquire ou fortalece os recursos psicológicos necessários para permitir a realização de metas”. São essas metas que permitem uma fruição do indivíduo dentro da esfera interpessoal e social, já que qualquer mudança reformulada pela sujeito só terá validade se, uma vez, for aceita pela própria sociedade. 

É exatamente o empoderamento encontrado em grupos online que nos chama atenção durante a pesquisa sobre pacientes com lesão do plexo braquial. São grupos de auto ajuda que reformulam seus modos de agir e alteram suas próprias demandas sociais, melhorando de maneira direta a saúde de cada membro/paciente. Isso, segundo o artigo, é o empoderamento: um “conceito que liga forças e competências individuais, sistemas de ajuda e comportamento pró-ativo à política e mudança social”, alcançando também o campo pessoal relacionado a saúde mental e física. Analisar a dinâmica do e-empoderamento que nasce comprometendo o pessoal, avançando para o interpessoal e, posteriormente, para o grupo, nos faz compreender o nível final do mesmo: a cidadania e uma nova forma de fazer política pública. 

 A internet permite que pessoas com dificuldade de relacionamento social e/ou problemas em comum encontrem outros indivíduos similares a ela, reduzindo assim a sensação de solidão e criando um sentimento de identificação. Aos poucos um grupo de identificação e auto-afirmação é formado, definindo regras, formando linguajares e códigos de conduta que devem ser respeitados dentro daquele espaço. 

É diante do sentimento de pertencimento e responsabilidade pelos iguais que o grupo cria suas metas e se fortalece, podendo expandir e criar demandas para fora de si mesmos, focando em políticas públicas. Grupos são formados por pessoas que nunca se viram, morando a quilômetros de distância um dos outros, mas fortalecendo-se por meio da internet. 

Os autores do artigo acreditam que é possível fazer política por meio do potencial emancipador de grupos de apoio. Entretanto, finalizam o artigo com uma pequena advertência que deve ser constantemente vigiada: grupos de apoio podem ser empoderados tanto para o bem social quanto para o mal. Podemos encontrar grupos que se ajudam no tratamento da pedofilia e da epilepsia, mas também existem grupos que tem como força de união o ódio e a violência, como grupos racistas e homofóbicos. Não existe ainda resposta ou solução para as mazelas do empoderamento. É importante permanecermos alertas para o mau uso desta ferramenta até que surja uma forma de regulamentação que não iniba a liberdade dos usuários.

Referência Bibliográfica

AMICHAI-HAMBURGER, Yair; MCKENNA, Katelyn YA; TAL, Samuel-Azran. E-empowerment: Empowerment by the Internet. Computers in Human Behavior, v. 24, n. 5, p. 1776-1789, 2008.

 

Redes Sociais como Abordagem Terapêutica para Pessoas com Lesão do Plexo Braquial: o novo projeto do NeuroMat

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Matheus Cornely apresentando seu projeto de pesquisa no NeuroMat

Olá!

Eu sou o Matheus Cornely Sayão. Sou formado em jornalismo pela Faculdade Cásper Lìbero e atualmente estudo psicologia pela Universidade Anhembi Morumbi. Comecei a fazer parte da equipe de difusão do CEPID NeuroMat em Abril com a bolsa do Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico, da FAPESP. Na equipe, minhas atividades práticas envolvem a difusão científica através das redes sociais, tais como Facebook, Twitter e Youtube, além de interações virtuais em rede.

No projeto de pesquisa, eu proponho investigar as dinâmicas de sociabilidade, temas, dificuldades e demandas que as pessoas com lesão no plexo braquial expressam quando conectadas em rede. A partir disso, minha pesquisa envolve tanto a coleta e análise de dados extraídos das redes sociais como a participação ativa nas comunidades virtuais consolidadas. O intuito da pesquisa será desenvolver estratégias de comunicação e melhorar a interação entre a iniciativa ABRAÇO e pessoas com lesão no plexo braquial. Tudo isso levando em consideração o papel que a internet e, em especial, as redes sociais possuem na reconfiguração das comunidades terapêuticas e na transmissão da ciência.

Uma revisão bibliográfica com artigos envolvendo empoderamento, abordagens terapêuticas e comunidades virtuais será, também, feita com o intuito de entender a gama possível de intervenções em comunidades virtuais terapêuticas e os benefícios da participação nesses grupos.

Através das instruções e supervisão dos professores João Alexandre Peschanski e Fernando da Paixão, minhas atividades serão:

  1. Elaboração de um artigo de pesquisa sobre o papel e a importância das redes sociais no contexto de lesão no plexo braquial, em vista de uma publicação acadêmica a ser submetida no contexto da bolsa;
    2. Publicar um artigo em um meio de comunicação de público amplo sobre o uso de redes sociais como abordagem terapêutica para pacientes com lesão no plexo braquial;
    3. Manter com pelo menos uma postagem por semana o blog “Traço de
    Ciência”, sobre difusão científica do NeuroMat, em língua portuguesa;
    4. Manter com pelo menos uma postagem semanal a página no Facebook da iniciativa ABRAÇO, com material relacionado ao trabalho de equipe;
    5. Participar com pelo menos uma postagem semanal em comunidades no Facebook, Youtube e Twitter.
  2. Captação, conceitualização e classificação de conteúdos postados pelos pacientes que sofrem com lesão no plexo braquial em redes sociais, com o intuito de produzir a publicação acadêmica a ser submetida no contexto de bolsa;
    7. Acompanhamento de formação em difusão científica com a realização de um Curso de Introdução ao Jornalismo Científico e de um programa de estudo específico elaborado pelo supervisor científico.