Estatística de redes sociais

*Por Miréia Figueiredo

Nessa semana, finalizei a escrita do conteúdo de mais uma aula do módulo 4. Temas Centrais da Ciência Contemporânea. Dessa vez, a aula era sobre Redes sociais e foi baseada na apresentação de Antonio Galves em um dos episódios do Faísca NeuroMat.

A partir da construção de um modelo matemático, o conteúdo explica como acontece a formação da opinião pública nas redes sociais. Como os agentes se influenciam mutuamente durante esse processo e como a ação de robôs têm afetado na construção dessa opinião. Para isso, são selecionados alguns estudos de caso referentes às eleições de 2018.

As eleições são usadas como exemplo justamente por terem apresentado resultados inesperados. Em mais de uma situação, candidatos que não lideravam as pesquisas de intenção de voto acabaram sendo eleitos.

Em uma sociedade democrática, é normal que haja flutuações na opinião pública. Mas, nesse modelo, o fato que todos se influenciam mutuamente, qualquer flutuação local afeta a opinião majoritária do grupo. Assim, a polarização – inclinação representada nos gráficos que reflete a maioria das opiniões que o ator recebeu – amplifica esse efeito levando a uma situação de unanimidade. Ou seja, as redes sociais são máquinas de produzirem unanimidades em um curto espaço de tempo

Trecho retirado da aula

O que dizer sobre revisão por pares?

*Por Miréia Figueiredo

Hoje, tive uma reunião com Fernando da Paixão para pensarmos o conteúdo da aula sobre revisão por pares do módulo 3. Ética da Ciência. Segundo Fernando, posso concentrar a questão central da aula na explicação da importância desse procedimento para a produção científica.

Nessa semana, também conversei com Claudia Vargas para elaborarmos a aula sobre protocolos éticos em pesquisas experimentais. Conhecer o trabalho dos comitês de ética das principais instituições de pesquisa foi um direcionamento recomendado.

Ao contrário dos outros módulos, nos quais os pesquisadores entrevistados cederam depoimentos específicos sobre as aulas, neste, tanto a participação de Fernando quanto a de Claudia foi mais no sentido de me orientar com possíveis tópicos a serem abordados. Assim, ainda terei que ler alguns materiais para conseguir desenvolver os textos.

Penso que esse será o módulo mais difícil de ser produzido. Não à toa foi escolhido para ser escrito por último. Caso enfrente muitas dificuldades ao longo do processo, posso fazer o que Claudia me sugeriu e entrevistar um pesquisador de alguma entidade parceira que tenha conhecimento aprofundado sobre o tema em questão.

Definindo alguns ajustes técnicos no curso da Wikiversidade

*Por Miréia Figueiredo

Hoje, tive uma reunião com Erika Guetti Suca, a nova integrante da equipe de difusão. Erika é doutoranda em Ciência da Computação e cuidará das atividades de programação, que antes eram atribuídas ao Éder Porto.

Nessa reunião, apresentei um panorama do curso Introdução ao Jornalismo Científico e indiquei quais são os ajustes técnicos que ainda faltam ser concluídos. Erika comentou não ter tanta familiaridade com a plataforma.

Apesar das tarefas parecerem simples – uma delas, por exemplo, consiste em alterar o nome de um dos boxes de informação – esse acabamento técnico exige certo conhecimento da Wikiversidade. Erika, então, terá uma reunião com Éder para que ele possa orientá-la nesse sentido e estudará o código do curso para que, enfim, possamos finalizar essa etapa do projeto.

A finalização do módulo 1

*Por Miréia Figueiredo

Nessa semana, finalizei o módulo 1 do curso de Introdução ao Jornalismo Científico. Para concluir essa etapa restava apenas fazer alguns ajustes técnicos, como incluir um resumo das aulas na página inicial do módulo e também uma capa provisória para cada uma delas.

Anteriormente, eu já havia tido uma conversa com Fernando da Paixão, que avaliou o conteúdo do módulo. Todos os quizes também já estavam prontos. Ainda falta selecionar conteúdos audiovisuais para compor algumas aulas. Um desses conteúdos, referente ao caso do físico Boltzmann, está sendo produzido por Fernanda Volchan.

Em relação a tarefa do módulo, Camilla Tsuji foi a primeira inscrita no curso a realizá-la e, em uma das reuniões semanais da equipe de difusão, compartilhou como foi seu processo. O mecanismo de envio das respostas ainda não está totalmente acabado, Erika Suca ficará encarregada de desenvolver esse recurso.

Estreia do episódio “Cérebro e Computador”, do Podcast A Matemática do Cérebro

Já está no ar o quarto episódio da segunda temporada do podcast do CEPID NeuroMat, A Matemática do Cérebro. Nomeado “Cérebro e Computador”, este episódio foi gravado de forma remota durante a quarentena e contou com a presença dos pesquisadores do NeuroMat Jorge Stolfi, que é cientista da computação, e Arthur Valencio, que é físico.

Durante os 46 minutos deste episódio, os dois cientistas discutiram sobre as similaridades e diferenças no funcionamento do cérebro humano e dos computadores, a interface homem/máquina, como a computação ajuda nos estudos da neurociência e também sobre pesquisas que são desenvolvidas nessas duas áreas, como o trabalho que o Hospital das Clínicas faz com a Doença de Parkinson e as pesquisas do NeuroMat sobre simulação de neurônios a partir da computação.

Os próximos episódios já estão em produção e serão divulgados nos próximos meses. O podcast está disponível em diversas plataformas de streaming, inclusive no Spotify, o Itunes, o Google Podcast e também no nosso site.