Novas ferramentas poderosas de pesquisa ajudam a editar patrulheiros a encontrar seus objetivos

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(foto: Wikimedia Commons )

 

 

Por Joe Matazzoni, Wikimedia Foundation  10 de maio de 2017 

Fato um: editores humanos fizeram cerca de 15 milhões de edições para os wikis em março – quase meio milhão de edições por dia. Se cada uma dessas edições tivesse apenas 10 segundos para revisar, verificando as mudanças de um dia exigiria 1.344 horas, ou 168 dias de trabalho de oito horas. Continue Lendo “Novas ferramentas poderosas de pesquisa ajudam a editar patrulheiros a encontrar seus objetivos”

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Cacareco: a história por trás da exposição MAV-USP

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(foto: divulgação)

Por Lucas Nascimento

Neste último post da série A história por trás da exposição MAV-USP vamos falar um pouco da história de alcance internacional e de ênfase política do rinoceronte fêmea Cacareco e de seus despojos que estão atualmente em exposição no Museu de Anatomia Veterinária Prof Dr Plinio Pinto e Silva da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP (MAV), sendo um dos exemplares mais antigos do acervo do museu, onde estão preservados e expostos para fins educativos.

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Nandu: a história por trás da exposição do MAV/USP

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Por Lucas Nascimento


Neste segundo post da série
A história por trás da exposição MAV-USP, contaremos um pouco da história da orca Nandu, cujo esqueleto está em exposição no Museu de Anatomia Veterinária da USP.

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Teteia: A história por trás da exposição MAV-USP

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Crânio do Hipopótamo Teteia disponível no Museu de Anatomia Veterinária da USP (foto: Wikimedia Commons)

 

Por Lucas Nascimento

Ao visitar o Museu de Anatomia Veterinária Prof Dr Plinio Pinto e Silva da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia da USP (MAV), que fica localizado no campus Butantã, é possível encontrar peças de animais que tiveram histórias interessantes, fazendo de uma simples ida ao museu uma experiência única e enriquecedora. Numa pequena série de três posts sobre A história por trás da exposição MAV-USP vamos falar um pouco da história de três animais que integram o acervo do museu: a hipopótamo Teteia, a orca Nandu e o rinoceronte Cacareco.

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Jornalismo científico e a redução de risco de desastres

Entre 2005 e 2015, desastres causados pelo homem ou pela natureza mataram 700 mil pessoas, deixaram 1,4 milhão de feridos e tiraram 24 milhões de pessoas de suas casas. O Marco de Sendai, estabelecido em 2015 e endossado pela ONU, estabeleceu como meta redução desses números até 2030, o que requer uma comunicação eficiente à população sobre os riscos de desastre, formas de prevenção e diminuição dos impactos causados. É necessário, portanto, a produção de material jornalístico que amplie a visibilidade e o debate em torno do tema da redução de risco de desastre. Desenvolvido neste ano, o coletivo Jornalismo e RRD compartilha de tal visão e pretender “tirar o tema da redução de risco de desastre da invisibilidade”.

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Revista Pesquisa FAPESP – Exageros na cobertura de ciência

*Nota publica originalmente na Revista Pesquisa FAPESP de fevereiro de 2017

A principal fonte dos exageros e das advertências ou ponderações que aparecem na cobertura jornalística da área de ciência e saúde é o próprio material de divulgação para a imprensa preparado pelas revistas científicas a respeito dos papers que publicam. A conclusão é de um levantamento feito por uma equipe das escolas de psicologia e jornalismo da Universidade de Cardiff, no Reino Unido, que analisou o conteúdo de 534 press releases produzidos em 2011 por periódicos, como Science, Nature e Lancet, e de 582 reportagens publicadas pela imprensa britânica de alcance nacional (PLOS ONE, 15 de dezembro). No entanto, segundo os autores da análise, os exageros no material de divulgação não aumentaram a cobertura da imprensa, assim como a inclusão de ponderações não diminuiu o interesse jornalístico pelos estudos.

Revista Pesquisa FAPESP – Youtubers na ciência

*Por Bruno de Pierro

Com a Teoria da Relatividade Restrita, Albert Einstein demonstrou em 1905 que a energia de um objeto varia em função de sua massa e velocidade. Cento e onze anos depois, a mesma teoria serviu para colocar ponto final numa controvérsia que inspira fãs de quadrinhos (HQs) há décadas: qual super-herói tem o soco mais forte? Em um dos primeiros vídeos publicados pelo canal Nerdologia, no YouTube, o biólogo Atila Iamarino sugere que é o Flash, e não o Hulk ou o Super-Homem. Em tom bem-humorado, citando HQs e fórmulas da física, Iamarino explica que, ao atingir velocidade próxima à da luz, Flash seria capaz de dar um soco com impacto equivalente à explosão de 4 milhões de bombas de fusão nuclear, liberando energia suficiente para atear fogo em toda a atmosfera terrestre. O vídeo “viralizou”, isto é, propagou-se rapidamente na internet e teve mais de 1 milhão de visualizações.

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