Wikiversidade e recursos multimídia

*Por Miréia Figueiredo

Na última quinta-feira (18/02), apresentei o meu novo projeto de pesquisa para a equipe de difusão. Neste semestre, estudarei alguns cursos da Wikiversidade a partir da análise dos recursos multimídia. O projeto ainda está em sua fase inicial, mas, até o momento, alguns dos critérios definidos para essa análise são: conectivismo, engajamento e avaliação.

A questão do conectivismo, que o pesquisador Daniel Dieb detalhou em seu artigo “O uso da Wikiversidade no ensino do jornalismo científico”, se relaciona com a participação dos estudantes em rede e com um processo educativo colaborativo. Já o engajamento que, a princípio, eu havia definido como envolvimento, seria a interação dos estudantes com as atividades, recursos multimídias e as leituras propostas. Por fim, a avaliação seria uma forma de perceber em que medida o conteúdo do curso foi compreendido pelo estudante.

Durante a apresentação, João Peschanski levantou alguns tópicos metodológicos. Um deles, citado anteriormente, foi a escolha do termo envolvimento. Para os objetivos deste artigo, talvez engajamento possa ser mais adequado. O termo avaliação também pode não se encaixar exatamente com o que estou buscando. Apesar de já ter realizado uma primeira coleta de artigos de referência, por enquanto, li poucos. A escolha dos critérios deve ficar mais clara de acordo com o avanço das leituras.

Redes sociais e comunicação científica: o novo projeto do NeuroMat

*Por Camilla Tsuji Oviedo Lopes

Olá!

Meu nome é Camilla Tsuji Oviedo Lopes e sou formada em comunicação social com foco em publicidade e propaganda pela Faculdade Cásper Líbero. No início desta semana, passei a integrar a equipe de difusão científica do CEPID NeuroMat com a bolsa do Programa José Reis de Incentivo ao Jornalismo Científico, da FAPESP.

Sob a supervisão do Dr. Fernando da Paixão e do João Alexandre Peschanski, meu projeto tem como objetivo contribuir na área de redes sociais do NeuroMat e, a partir da ciência da comunicação, entender as redes sociais como meio de difusão científica.

A parte teórica do projeto contará com um artigo de pesquisa sobre as potencialidades da comunicação nas redes sociais e o fenômeno das fake news, fazendo um levantamento dos desafios e das contribuições para a difusão do conhecimento científico. Quanto às minhas atividades práticas, serei responsável por coletar e produzir conteúdo para uma página na internet para organizar e difundir o conjunto de conteúdos sobre redes sociais realizado no contexto do CEPID NeuroMat.

Durante os próximos seis meses comentarei por aqui, no Traço de Ciência, o desenvolvimento do projeto. 

Metáforas científicas

*Por Miréia Figueiredo

Hoje (30/10), tive uma reunião online com o pesquisador associado do NeuroMat Osame Kinouchi. Como comentado no meu último post, entrevistarei alguns pesquisadores do NeuroMat para dar um embasamento maior à escrita das aulas do curso que estou desenvolvendo na Wikiversidade.

Osame foi o primeiro entrevistado e sua participação se deu no sentido de esclarecer o significado das metáforas científicas. Durante a conversa, foi comentado o uso das metáforas científicas pelo jornalismo e como essa prática pode ajudar o público a assimilar ideias complexas.

A contribuição do pesquisador, atualmente coordenador do Laboratório de Física Estatística e Biologia Computacional no Departamento de Física da FFCLRP-USP, orientará a produção de conteúdo do primeiro módulo do curso, “Metodologia e Filosofia da Ciência”.

Encaminhamentos curso Wikiversidade

*Por Miréia Figueiredo

Na última terça-feira (20/10), participei de uma reunião com João Peschanski e Fernando da Paixão para discutirmos os encaminhamentos do curso Introdução ao Jornalismo Científico. Agora que avancei com o projeto teórico e submeti um artigo no congresso da Intercom, posso dedicar mais atenção à produção desses conteúdos.

Assim, foram listadas algumas tarefas e estabelecidos prazos para que eu possa organizar a escrita desse material até a conclusão da minha bolsa. Além disso, foram alterados alguns tópicos do curso e repensado o modelo de pesquisa.

Para algumas das temáticas abordadas, conversarei com pesquisadores do próprio NeuroMat. Essas conversas fornecerão o embasamento teórico para elaborar o conteúdo dos módulos.

Já havia registrado aqui no blog minha avaliação positiva sobre esse modelo de conversa seguido de escrita. Como quando tive uma reunião com Fernando da Paixão e Eduardo Vicente. Alguns dos nomes que entrarei em contato para desenvolver os próximos tópicos são: João Peschanski, Osame Kinouchi, Daniel Takahashi, Fernando Najman e Antonio Galves.

O décimo primeiro episódio do Faísca NeuroMat

Na próxima terça-feira, 18 de agosto, às 18h (horário de Brasília), acontecerá o décimo primeiro episódio do Faísca NeuroMat. O programa será ao vivo, sendo transmitido pelo Facebook do NeuroMat, com a possibilidade de interação e perguntas do público. Também estará ao vivo no reprodutor abaixo, através do canal do CEPID no YouTube.

Este décimo primeiro episódio discutirá como os movimentos que as crianças (de até um ano de idade) fazem, podem tanto não significar nada, como ser um sinal precoce de que há algum problema neurológico, que só seria verificado mais tarde. O episódio será apresentado pela fisioterapeuta Raquel de Paula Carvalho, da Universidade Federal de São Paulo, e por Fernando da Paixão, professor da UNICAMP.

O Faísca NeuroMat é uma série de vídeos, voltados para um público amplo, que tem como objetivo apresentar ao público conceitos científicos, relacionando-os com questões que estão em destaque nos noticiários.

A série já conta com dez episódios, apresentados por Aline Duarte, Florencia Leonardi, Antonio Galves, todos professores do IME-USP, Rafael Stern, da UFSCar, Claudia Vargas, da UFRJ, Natália Mota, da UFRN, Oswaldo Baffa, da USP-FFCLRP, Maria Elisa Pimentel Piemonte, da FMUSP, Kádmo Laxa, doutorando no IME-USP, e João Peschanski, da FCL. Os dez vídeos estão disponíveis no canal do NeuroMat no YouTube.