Redes Sociais e matemática do cérebro

*Por: Monique Sampaio

Essa semana, como parte da produção prática da pesquisa, entrevistei novamente o integrante do grupo de pesquisa Redes Sociais e doutorando do CEPID/Neuromat, Kadmo Laxa.

Indaguei a ele por que esse grupo faz parte de um centro de pesquisa que estuda a matemática do cérebro, além de questioná-lo a respeito da importância do trabalho que está desenvolvendo com relação ao impacto nas produções acadêmicas do CEPID.

De forma geral, o pesquisador me respondeu que as redes sociais são uma fonte abundante de dados, o que permite criar modelos matemáticos que podem ser utilizados na neuromatemática e em outros campos. Além disso, ele ressaltou também a importância da pesquisa por não ser de análise de conteúdo o que permite fazer um estudo em maior escala, algo até então pouco observado nos estudos de redes sociais.

Essa já é a terceira conversa que tenho com Kadmo. A cada vez, me aprofundo em uma ótica diferente de seu trabalho, a fim de realizar uma submersão na pesquisa e no grupo de estudos. O objetivo de fazer isso é realizar um trabalho de divulgação científica que abarque a complexidade do objeto, e ao mesmo tempo não seja inacessível ao leitor leigo no assunto, o que exige de mim, enquanto jornalista, um entendimento mais aprofundado do tema.

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